Em Oslo, capital da Noruega, dois Gritos de Munch.


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Em maio de 2012, uma das quatro pinturas da série O Grito, de Edvard Munch, tornou-se a quinta aquisição mais cara na história. Em um leilão organizado pela Sotherby's, e que incluia, entre outras, obras de Picasso, Dalí e Miró, o martelo foi batido por € 91.200.000 após batalha frenética entre dois compradores anônimos.

A pintura, considerada uma dos mais importantes do Expressionismo, foi vendida por Petter Olsen, cujo pai era um amigo do pintor. Era a única entre as quatro que compõem a série que estava em mãos privadas. Outras duas estão em OSLO, uma na sala dedicada ao artista na Nationalgalleriet, outra no Munch Museum. Esta última, aliás, ficou (ainda mais) famosa por ter sido roubada em 2004 - e recuperada dois anos mais tarde.

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Até maio de 2012 a lista das pinturas mais caras da história era encabeçada por "Os Jogadores de Cartas", de Paul Cézanne vendidos para 191.600.000 €, seguida por "Number 5" de Jackson Pollock em 110 milhões de euros. A terceira posição no ranking era de "Mulher III", de Willem de Kooning, e a quarta ficava com "Retrato de Adele Bloch-Bahuer", de Gustav Klimt. Para conquistar o quinto lugar, O Grito desbancou "Nu, Folhas Verdes e Busto", de Picasso, vendida por 81.900.000 €.

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Mas o mercado da arte não para. Em fevereiro de 2015 a tela "Quando você vai se casar?", de Gauguin, foi adquirida por 300 milhões de dólares, estabelecendo um novo recorde. Esta e outras importantes transações fizeram com que O Grito, segundo o ranking da Wikipedia - AQUI - caísse para 11º lugar. No filme abaixo, de Sebastian Cosor, o fantástico encontro entre a obra de Munch e a música do Pink Floyd.

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